25 de janeiro de 2010

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YOUNG VICTIM: A man carried a girl wounded in a car bombing outside one of three Baghdad hotels that were targeted Monday. At least 36 people died in the blasts and 70 were injured. (Mohammed Jalil/European Pressphoto Agency)


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12 de abril de 2008

Prémio Fotojornalismo Visão|BES

Grande Prémio 2008


Augusto Brázio
Kameraphoto
O INEM presta assistência a uma mulher de 19 anos cujo terceiro filho acaba de nascer em casa. Lisboa, 18.02.2007

Mais em:
Prémio Fotojornalismo Visão|BES
Slideshow em publico.pt

26 de março de 2008

Lisette Model

“I am a passionate lover of the snapshot, because of all photographic images, it comes closest to the truth … the snapshooter[’s] pictures have an apparent disorder and imperfection which is exactly their appeal and their style” — Lisette Model


Reflection, New York (Delancey Street)
1940-1950


Lisette in MoP

27 de janeiro de 2008


Fiery performance : Indian soldiers from the Light Maratha Infrantry perform a traditional sport called Malkhumb during Republic Day celebrations in Bangalore.
(AFP/Dibyangshu Sarkar)

24 de janeiro de 2008

Last Touch

2007 Atlanta Photojournalism Seminar Contest Winners- Single Category Images

Last Touch
Spot News 1st place. Adem Hadei, Associated Press.

A woman takes her dead son into her arms, as she grieves for her six-year-old son, Dhiya Thamer, who was killed when their family car came under fire by unknown gunmen in Baqouba, capital of Iraq's Diyala province, 60 kilometers (35 miles) northeast of Baghdad, Iraq, on Sunday, Sept. 16, 2007. The boy's ten-year old brother, Qusay, was injured in the attack as the family returned from enrolling the children in school, where Dhiya was to begin his first year. "Last Touch"

A Kiss Goodbye

2007 Atlanta Photojournalism Seminar Contest Winners- Single Category Images



General News 1st place Emily Rasinski, The Evening Sun.
"Come say bye to your sister," Stephanie said to her sons before lifting up Ryan to kiss Kyla on August 27, 2007, her tenth birthday. A Kiss Goodbye

16 de janeiro de 2008

Robert Adams


'Still photographs often differ from life more by their silence than by the immobility of their subjects. Landscape pictures tend to converge with life, however, on summer nights, when the sounds outside, after we call in children and close garage doors, are small - the whir of moths, the snap of a stick.'
Robert Adams




'Longmont, Colorado', from the series 'Summer Nights'
1980 (printed 1988)

2 de fevereiro de 2006

James Nachtwey

"I have been a witness, and these pictures are

my testimony. The events I have recorded should

not be forgotten and must not be repeated."


www.jamesnachtwey.com/

8 de novembro de 2005

frases

We await undismayed the impending assault. Perhaps it will come tonight. Perhaps it will come next week. Perhaps it will never come. We must show ourselves equally capable of meeting a sudden violent shock or-what is perhaps a harder test-a prolonged vigil. But be the ordeal sharp or long, or both, we shall seek no terms, we shall tolerate no parley; we may show mercy-we shall ask for none.

Winston Churchill

3 de outubro de 2005

Women want to mother him, I've noticed. And they think 'oh shit, he might get killed next week. I better sleep with him'.

David Bailey over Don McCullin.

29 de setembro de 2005

Fotografos: Stanley Kubric

Stanley Kubrick
Isabel Coutinho in Publica 2005/05/29

Já existiam as biografias não autorizadas, o livro "Stanley Kubrick: a Life in Pictures" publicado pela viúva, o documentário "Stanley Kubrick: Uma Vida em Filmes" do seu cunhado Jan Harlan e surge agora, seis anos após a sua morte, "The Stanley Kubrick Archives", uma obra monumental inteiramente dedicada ao trabalho do cineasta, editada por Alison Castle, publicada pela Taschen em inglês, recentemente chegado às bancas portuguesas.
Depois da morte de Stanley Kubrick, a 7 de Março de 1999, a família contratou um arquivista para organizar o gigantesco espólio que o cineasta possuía na sua casa em St. Albans, Hertfordshire. Foram necessárias 15 horas de trabalho por dia, durante oito meses, para que tudo estivesse catalogado. A sua mulher, Christiane Kubrick, confirmou ao jornal "The Observer" que Stanley Kubrick não deitava nada fora, mas negou que ele fosse um coleccionador obsessivo. O que se passava, explicou, é que, quando Stanley acabava um filme, as pessoas que faziam parte da equipa lhe telefonavam: "Temos aqui imenso material!" Stanley respondia: "Enviem-no para cá que eu organizo." Mas nunca chegava a fazê-lo, porque na sua casa o que não faltava era espaço. "Não precisava de organizar o que iam mandando - cá em casa existem muitos quartos -, bastava-lhe arrumá-lo num sítio seguro e esquecer-se que estava ali", lembra a viúva.
Alison Castle, a organizadora do livro, acedeu aos arquivos e descreve, no prefácio, o processo de criação desta obra como uma outra "Odisseia". "Foram dois anos de viagens através do tempo e do espaço até se chegar ao centro do universo de Stanley Kubrick."
Mas não se imagine que são desvendados pormenores muito íntimos da vida de Kubrick. Foram muito cuidadosos. Christiane chegou a dizer que o livro foi feito como se estivessem a espreitar por cima do ombro de Kubrick, quando ele estava a trabalhar. É um retrato da sua organização e do seu método de trabalho: toda a preparação da rodagem, todos os procedimentos técnicos, toda a pós-produção. E é isso que o torna um objecto fantástico tanto para os fãs, como para quem trabalha em cinema.
Nos arquivos Alison Casle encontrou não só papéis com notas escritas a toda a pressa, como fotografias feitas pelo realizador durante a rodagem dos seus filmes (Kubrick começou como fotógrafo profissional da revista "Look", chegou a vir a Portugal em trabalho, mas essas fotos não estão no livro).
Alison andou de lupa a ver negativos e seleccionou imagens que nunca tinham sido impressas. Encontrou referências a cenas que nunca chegaram a ser filmadas e entre as fotografias descobriu sequências que foram abandonadas. Encontrou pistas sobre o seu processo mental, mas também uma paixão por diversos tipos de canetas, máquinas de escrever, máquinas fotográficas.
Há uma fotografia da rodagem de "Spartacus" impressionante que mostra uma das técnicas que utilizou para identificar os inúmeros figurantes numa cena em que estavam moribundos. Kubrick colocou cartazes com números em cada um deles, para que quando estivesse a filmar pudesse chamar determinado número e dar-lhe as ordens, para que não se levantassem todos os figurantes ao mesmo tempo. Acabou por filmar tudo em estúdio, porque a técnica resultava, mas o resultado no ecrã não era bom.
Na parte dedicada ao "Lolita" está a reprodução do telegrama que Nabokov lhe enviou na segunda vez em que o realizador insistiu para que escrevesse o guião: "I might consider it. Letter follows." E também a carta de James B. Harris com as sugestões de cortes dos censores.
Outras imagens extraordinárias são as da preparação e da rodagem de uma cena de luta com tartes entre russos e americanos na Sala da Guerra para o filme "Dr. Estranhoamor" que demorou cinco dias a filmar e acabou por ser cortada depois de Kubrick ter feito a primeira projecção com público por considerar que o tom não era coerente com o resto do filme. E na preparação de "Barry Lyndon" vemos o processo de construção das câmaras com as objectivas preparadas para filmar as cenas de interiores só com a luz das velas. E mais tarde, em 1976, a carta e a foto que Jan Harlan mandou a Kubrick para o informar da invenção do "steadycam", um sistema de câmara à mão inventado por Garrett Brown, que na altura ainda era um protótipo, e que o realizador utilizou pela primeira vez em "Shining" e em todos os seus filmes seguintes. Em "2001" podemos ver como foram construídos os cenários, as máscaras dos primatas, como foi filmada a nave e como imaginaram o que seriam as imagens da Terra vista do espaço.
Para que se perceba o que nos mostra o livro e como foi possível termos agora acessível tanto material sobre este homem, genial e visionário no seu trabalho, basta contar um pouco da história de um projecto que Stanley Kubrick tinha e que nunca chegou a realizar. Trata-se do filme sobre a vida de Napoleão. Em 1968, o jornal francês "L"Express" noticiou que haviam sido enviados para casa do cineasta centenas de livros sobre a vida do imperador francês. Kubrick pensou fazer uma série, mais tarde quis fazer um filme, porque a personagem de Napoleão o fascinava. "A sua vida foi descrita como um poema épico de acção. A sua vida sexual era digna de Arthur Schnitzler", explicou. Além de ter lido todas as biografias que existiam sobre Bonaparte, Kubrick organizou um arquivo sobre os mais variados temas dedicados ao imperador: desde o que gostava de comer até ao tempo que fazia, se chovia, nevava ou estava sol, no dia de determinada batalha. O cineasta teve reuniões com Félix Markham, um professor de Oxford considerado um dos melhores especialistas mundiais na figura histórica, e comprou-lhe os direitos da biografia que publicou. A partir dela escreveu o argumento do filme. Ainda em 1968 enviou um assistente de produção a todos os lugares associados à vida de Napoleão para tirar fotografias (teve permissão do ministro da Cultura francês da altura) e essas fotos foram utilizadas pelos decoradores como fonte de inspiração para os desenhos dos cenários. Mais tarde, Kubrick contratou 20 estudantes universitários de Oxford para lhe resumirem as inúmeras biografias de Napoleão em fichas para as poder utilizar como referência rápida. Criaram um arquivo biográfico com as 50 figuras históricas principais do filme e anotaram nuns cartões os feitos mais importantes da vida de cada uma delas. Apesar de em 1968 a MGM ter anunciado que ia rodar "Napoleão", um ano depois a produtora desistiu do projecto, talvez porque até para um filme de Kubrick era demasiado ambicioso. Mas seria provavelmente mais uma obra prima.
"As reacções à arte são sempre diferentes, porque são sempre profundamente pessoais... O filme transforma-se naquilo que o espectador veja nele", afirmou Stanley Kubrick numa entrevista a propósito do "2001- Odisseia no Espaço". O mesmo se passa com este "The Stanley Kubrick Archives", que é uma verdadeira obra de arte.

14 de setembro de 2005

Avô e neto

O protótipo da primeira máquina digital do mundo desenvolvida pelo engenheiro da Kodak Steven J. Sasson, em 1975, junto do último modelo da marca, o EasyShare One. Logo depois de ter saído da universidade, Sasson passou dez meses seguidos na Eastman Kodak a desenvolver um aparelho que fosse capaz de registar imagens digitalmente. Foto: David Duprey/AP



via Público online

19 de agosto de 2005

2005 Female Photojournalist Award - Claudia Guadarrama Guzman

Claudia Guadarrama Guzman has won the 2005 Canon Female Photojournalist Award, given out by the Association des Femmes Journalistes (AFJ). Guzman, who is based in Mexico City, will receive a prize of 8000 Euros to fund a one-year documentary project on migrants moving between the borders of Mexico and the US, which will be exhibited in 2006 at the Visa Pour L'Image photojournalism festival. Guzman will receive the prize at this year's Visa Pour L'Image, to be held August 29 to September 4 in Perpignan, France.

Guzman, 28, became a photojournalist in 2001 and says she has largely funded the project on her own, having few opportunities to publish in Mexico. She received a grant from the Mexican government and won the 2004 Inge Morath Award from Magnum Photos.

Lynsey Addario, who is represented by Corbis and has been published frequently in The New York Times and Time, won the Fujifilm Young Photographer Prize for her recent work in Iraq. Based in Istanbul, she documented life in Iraq prior the US invasion and has followed events there through the recent wave of violence by insurgen.





What use is having a great depth of field, if there is not an adequate depth of feeling?

W. Eugene Smith