Eduard Kornienko / Reuters
fotografia do Gr. phôs, photós, luz + graph, r. de graphein, desenhar s. f., arte de fixar numa chapa sensível, por meio da luz, a imagem dos objectos; fig., cópia fiel; retrato; Arma; Testemunha;
28 de abril de 2005
14 de março de 2005
Einstein - 14 de Março de 1951
"Ei, professor, sorria para a sua foto de aniversário, sim?"

Einstein's Birthday Joke, Art Sasse , 1951
Deitando a língua de fora ao mundo
Publica, 13 de Março de 2005
Irreverentemente com a língua de fora, Einstein surge numa fotografia a brincar com todos nós. Na altura, a 14 de Março de 1951, já ocupava o panteão dos famosíssimos e uma foto destas só podia estar destinada à galeria das mais célebres. A história por trás desta imagem, tirada faz amanhã 54 anos, revela que não foi encenada.
Einstein, que nascera a 14 de Março de 1879, na cidade de Ulm, tinha ido à noite comemorar os 72 anos ao Princeton Club, na cidade de Princeton, em Nova Jérsia, Estados Unidos da América. No fim da festa, um amigo ofereceu-se para o levar a casa, contou a revista portuguesa de fotografia "Nova Imagem", em 1983, que a pôs na capa no âmbito da série "Fotos que ficaram na história".
À porta do clube, um batalhão de jornalistas esperava Einstein. Era uma atracção onde quer que fosse, e mesmo os habitantes de Princeton exploravam a sua celebridade: "Toda a gente tinha uma história para contar sobre o "velho Albert", toda a gente tinha um tio ou um avô que conhecera Einstein", contam Michael White e John Gribbin no livro "Einstein".
"Para "bater uma última chapa", Art Sasse, da International News Photos, deixou que os colegas passassem à sua frente e, quando Einstein já estava sentando no interior do automóvel, com a porta aberta, gritou: "Ei, professor, sorria para a sua foto de aniversário, sim?"", relata a revista. "Num relâmpago, Einstein virou-se para ele - e mostrou-lhe a língua. A máquina disparou e o carro partiu..."
Os colegas de Art Sasse nunca pensaram que a foto fosse publicada. Na verdade, não foi nada pacífica a decisão de publicá-la.
Publicar a foto da rebeldia inesperada do físico acabou por traduzir-se na expressão máxima de Einstein enquanto ícone pop (Andy Warhol, expoente da Pop Art, pintou-o em 1980, na "Dez Retratos de Judeus do Século XX").
Einstein gostou tanto da foto que pediu nove provas para si e autografou outra, que ofereceu a Sasse. E todos puderam ver uma parte do génio que até aí não se tinha visto. Era divertido, simpático e tinha sentido de humor. "Humor que nem toda a gente tem", diz o físico Carlos Fiolhais, da Universidade de Coimbra. Pôde constatá-lo há uns anos, quando pôs Einstein com a língua de fora na capa da "Gazeta de Física", a revista da Sociedade Portuguesa de Física. "Houve protestos de alguns físicos, pois pensavam que era uma fotomontagem e que se estava a ridicularizar o sábio."
Einstein's Birthday Joke, Art Sasse , 1951
Deitando a língua de fora ao mundo
Publica, 13 de Março de 2005
Irreverentemente com a língua de fora, Einstein surge numa fotografia a brincar com todos nós. Na altura, a 14 de Março de 1951, já ocupava o panteão dos famosíssimos e uma foto destas só podia estar destinada à galeria das mais célebres. A história por trás desta imagem, tirada faz amanhã 54 anos, revela que não foi encenada.
Einstein, que nascera a 14 de Março de 1879, na cidade de Ulm, tinha ido à noite comemorar os 72 anos ao Princeton Club, na cidade de Princeton, em Nova Jérsia, Estados Unidos da América. No fim da festa, um amigo ofereceu-se para o levar a casa, contou a revista portuguesa de fotografia "Nova Imagem", em 1983, que a pôs na capa no âmbito da série "Fotos que ficaram na história".
À porta do clube, um batalhão de jornalistas esperava Einstein. Era uma atracção onde quer que fosse, e mesmo os habitantes de Princeton exploravam a sua celebridade: "Toda a gente tinha uma história para contar sobre o "velho Albert", toda a gente tinha um tio ou um avô que conhecera Einstein", contam Michael White e John Gribbin no livro "Einstein".
"Para "bater uma última chapa", Art Sasse, da International News Photos, deixou que os colegas passassem à sua frente e, quando Einstein já estava sentando no interior do automóvel, com a porta aberta, gritou: "Ei, professor, sorria para a sua foto de aniversário, sim?"", relata a revista. "Num relâmpago, Einstein virou-se para ele - e mostrou-lhe a língua. A máquina disparou e o carro partiu..."
Os colegas de Art Sasse nunca pensaram que a foto fosse publicada. Na verdade, não foi nada pacífica a decisão de publicá-la.
Publicar a foto da rebeldia inesperada do físico acabou por traduzir-se na expressão máxima de Einstein enquanto ícone pop (Andy Warhol, expoente da Pop Art, pintou-o em 1980, na "Dez Retratos de Judeus do Século XX").
Einstein gostou tanto da foto que pediu nove provas para si e autografou outra, que ofereceu a Sasse. E todos puderam ver uma parte do génio que até aí não se tinha visto. Era divertido, simpático e tinha sentido de humor. "Humor que nem toda a gente tem", diz o físico Carlos Fiolhais, da Universidade de Coimbra. Pôde constatá-lo há uns anos, quando pôs Einstein com a língua de fora na capa da "Gazeta de Física", a revista da Sociedade Portuguesa de Física. "Houve protestos de alguns físicos, pois pensavam que era uma fotomontagem e que se estava a ridicularizar o sábio."
23 de fevereiro de 2005
World Press Photo
Daily Life: 1st prize singles

David Guttenfelder, USA, The Associated Press.
Afghan women at polling station
David Guttenfelder, USA, The Associated Press.
Afghan women at polling station
World Press Photo
Contemporary Issues: 1st prize singles

James Nachtwey, USA, VII for Time Magazine.
Refugee woman cares for her son, Darfur
James Nachtwey, USA, VII for Time Magazine.
Refugee woman cares for her son, Darfur
World Press Photo
Sports Features: 1st prize singles

Adam Pretty, Australia, Getty Images.
200m freestyle heats at Olympic Games
Adam Pretty, Australia, Getty Images.
200m freestyle heats at Olympic Games
World Press Photo
Sports Action: 1st prize singles

Bob Martin, United Kingdom, Sports Illustrated.
200m freestyle heats at Paralympic Games
Bob Martin, United Kingdom, Sports Illustrated.
200m freestyle heats at Paralympic Games
World Press Photo
People in the News: 1st prize singles

Kristen Ashburn, USA, Contact Press Images.
Sniper victim in morgue, Gaza
Kristen Ashburn, USA, Contact Press Images.
Sniper victim in morgue, Gaza
World Press Photo
General News: 1st prize singles

J.F. Diorio, Brazil, Jornal O Estado de São Paulo.
Fire in Buraco Quente favela, São Paulo, 30 August
J.F. Diorio, Brazil, Jornal O Estado de São Paulo.
Fire in Buraco Quente favela, São Paulo, 30 August
World Press Photo
World Press Photo of the Year:

Arko Datta, India, Reuters.
Woman mourns relative killed in tsunami, Cuddalore, India, Tamil Nadu, 28 December
Arko Datta, India, Reuters.
Woman mourns relative killed in tsunami, Cuddalore, India, Tamil Nadu, 28 December
15 de fevereiro de 2005
Site: Alberto Monteiro
Alberto Monteiro
Alberto Monteiro nasce no Porto em 1960.
Entre os anos 1975 a 1977 teve o seu primeiro contacto com a fotografia tendo, no então liceu, frequentado as aulas ali existentes. Obteve, assim, noções de fotografia e experiência, quer na tomada de imagens, quer na prática de laboratório a preto e branco.
Experimentando diversas técnicas fotográficas e revelando em laboratório próprio, desenvolveu, até 1979, vários projectos que abandonou em 1980.
Em 2001, após uma paragem de quase 20 anos, retoma a actividade fotográfica com grande intensidade, fotografando principalmente no seu meio preferido: a cidade. Ela, e as pessoas, são os motivos mais desenvolvidos.
Em um ano intenssíssimo de fotografia (2001/2002), tentou recuperar o tempo perdido nesta longa paragem, fotografando quase todos os dias. Neste percurso, apresentou trabalhos em diversas exposições individuais e colectivas, e em sites na internet.
Em permanente actividade e procura de novas linguagens na abordagem dos seus trabalhos, eis como se poderá classificar a sua postura actual.





Alberto Monteiro nasce no Porto em 1960.
Entre os anos 1975 a 1977 teve o seu primeiro contacto com a fotografia tendo, no então liceu, frequentado as aulas ali existentes. Obteve, assim, noções de fotografia e experiência, quer na tomada de imagens, quer na prática de laboratório a preto e branco.
Experimentando diversas técnicas fotográficas e revelando em laboratório próprio, desenvolveu, até 1979, vários projectos que abandonou em 1980.
Em 2001, após uma paragem de quase 20 anos, retoma a actividade fotográfica com grande intensidade, fotografando principalmente no seu meio preferido: a cidade. Ela, e as pessoas, são os motivos mais desenvolvidos.
Em um ano intenssíssimo de fotografia (2001/2002), tentou recuperar o tempo perdido nesta longa paragem, fotografando quase todos os dias. Neste percurso, apresentou trabalhos em diversas exposições individuais e colectivas, e em sites na internet.
Em permanente actividade e procura de novas linguagens na abordagem dos seus trabalhos, eis como se poderá classificar a sua postura actual.
2 de fevereiro de 2005
Site: Luís Jesus
Luis.Jesus.
Luís Jesus, por Luís Jesus:
Pretendo usar a Fotografia como um modo de recriar o mundo que me rodeia, que me envolve como uma teia. A Camera é o meio pelo qual eu retrato os pormenores de vidas e conceitos, levadas com uma leviandade brutal numa sociedade cada vez mais individualista.
Espero com a Fotografia registar bons e maus momentos, imortalizar acções, realçar sentimentos, focar compaixões e com o libertar da imaginação dar autonomia ao coração, pensar com a intuição e ajustá-los numa unica direcção...o da criação !
Depois resta somente esperar que a força implicita nas imagens consiga por si só dilacerar emoções ou de invocar paixões ...




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Luís Jesus, por Luís Jesus:
Pretendo usar a Fotografia como um modo de recriar o mundo que me rodeia, que me envolve como uma teia. A Camera é o meio pelo qual eu retrato os pormenores de vidas e conceitos, levadas com uma leviandade brutal numa sociedade cada vez mais individualista.
Espero com a Fotografia registar bons e maus momentos, imortalizar acções, realçar sentimentos, focar compaixões e com o libertar da imaginação dar autonomia ao coração, pensar com a intuição e ajustá-los numa unica direcção...o da criação !
Depois resta somente esperar que a força implicita nas imagens consiga por si só dilacerar emoções ou de invocar paixões ...
31 de janeiro de 2005
Photosig
Photosig
A mais votada...

Windmill near Schermerhorn, jaaphart/Jaap
onde pode encontrar mais sobre o autor da fotografia: FotoNatura
A mais votada...
Windmill near Schermerhorn, jaaphart/Jaap
onde pode encontrar mais sobre o autor da fotografia: FotoNatura
Fotografo: Augusto Alves da Silva (Actualizado)
Augusto Alves da Silva nasceu em Lisboa, em 1963. Os estudos realizados na Slade School of Fine Art e no London College of Printing, no final da década de 80, coincidiram com o início de um trabalho de fotografia pautado pela experimentação e pela multivalência, não obstante uma coerência para a definição de um percurso individual. A série de fotografias ist, realizada em 1994, sobre as transformações do complexo arquitectónico do Instituto Superior Técnico, revelou alguns dos vectores fundamentais no trabalho de Augusto Alves da Silva: uma versatilidade de abordagens que rompem com o carácter meramente objectivo ou de estrita fruição e conexão com o real; um rigor e uma contenção absoluta na organização da composição; uma consciência do legado histórico da fotografia e sua rearticulação com o contexto contemporâneo.
O reconhecimento internacional ocorreu com a instalação Estrada em Obras, 1997. Primeiro apresentado em Madrid, no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em 1998, e nesse mesmo ano em Londres, na Chisenhale Gallery, que lhe garantiu a nomeação para o Citibank Private Bank Photography Prize. Ainda no estrangeiro e individualmente, expôs Pasaje, no Centro de Fotografia de la Universidad de Salamanca, em 1998, e Ferrari, na Rocket Gallery, em 1999. Outras exposições a destacar são as colectivas À Prova de Água (Centro Cultural de Belém, 1998), Initiare (Centro Cultural de Belém, 2000), Squatters (Porto, 2001), Trade (Fotomuseum Winterthur, Suíça, 2001) e as individuais Animais (Promontório Arquitectos, Lisboa, 2001) e CNB 2001 (Instituto Camões, Paris, Rocket Gallery, Londres, 2001 e Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, 2002).
Para além da fotografia, o vídeo é o outro suporte sobre o qual, Augusto Alves da Silva tem realizado trabalho. No Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea, no âmbito do ciclo de exposições interferências, apresenta dois trabalhos inéditos: Ugly, 2002, e Espaço de tempo, 2000/2002. O primeiro título deriva do nome de uma discoteca, onde o artista captou, em contraluz, o ambiente criado pelas pessoas a dançar. O segundo trabalho é constituído por dois vídeos diferentes realizados no mesmo dia, durante duas apresentações públicas de um bailado, cada um deles em pontos opostos da zona de bastidores paralela ao palco. A projecção desta dupla filmagem, lado a lado, proporciona uma reflexão sobre o tempo e os modos de percepção do real. Tal como em Estrada em Obras, e antes em Lisboa 96, recorre a uma dupla projecção, persistindo na exploração meticulosa das suas possibilidades, agora entrosadas com a continuidade da acção e a repetição do movimento.

Roadworks, 1998

Ugly

Pasaje, 1997

Ferrari 1999
O reconhecimento internacional ocorreu com a instalação Estrada em Obras, 1997. Primeiro apresentado em Madrid, no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em 1998, e nesse mesmo ano em Londres, na Chisenhale Gallery, que lhe garantiu a nomeação para o Citibank Private Bank Photography Prize. Ainda no estrangeiro e individualmente, expôs Pasaje, no Centro de Fotografia de la Universidad de Salamanca, em 1998, e Ferrari, na Rocket Gallery, em 1999. Outras exposições a destacar são as colectivas À Prova de Água (Centro Cultural de Belém, 1998), Initiare (Centro Cultural de Belém, 2000), Squatters (Porto, 2001), Trade (Fotomuseum Winterthur, Suíça, 2001) e as individuais Animais (Promontório Arquitectos, Lisboa, 2001) e CNB 2001 (Instituto Camões, Paris, Rocket Gallery, Londres, 2001 e Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, 2002).
Para além da fotografia, o vídeo é o outro suporte sobre o qual, Augusto Alves da Silva tem realizado trabalho. No Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea, no âmbito do ciclo de exposições interferências, apresenta dois trabalhos inéditos: Ugly, 2002, e Espaço de tempo, 2000/2002. O primeiro título deriva do nome de uma discoteca, onde o artista captou, em contraluz, o ambiente criado pelas pessoas a dançar. O segundo trabalho é constituído por dois vídeos diferentes realizados no mesmo dia, durante duas apresentações públicas de um bailado, cada um deles em pontos opostos da zona de bastidores paralela ao palco. A projecção desta dupla filmagem, lado a lado, proporciona uma reflexão sobre o tempo e os modos de percepção do real. Tal como em Estrada em Obras, e antes em Lisboa 96, recorre a uma dupla projecção, persistindo na exploração meticulosa das suas possibilidades, agora entrosadas com a continuidade da acção e a repetição do movimento.
Roadworks, 1998
Ugly
Pasaje, 1997
Ferrari 1999
26 de janeiro de 2005
Site: JoaoCoutinho.net
joaoCoutinho.net
Para dar visibilidade aos fotografos portugueses.
João Coutinho, por João Coutinho:
Gosto de fotografia desde que me lembro. Sempre que olhava para o meu pai com a sua Nikon FM2, tinha vontade de pegar nela (pesada) para poder apenas olhar pelo óculo. A pouco e pouco fui recebendo autorização para tirar algumas e a partir dai, nunca mais parei. Com o aparecimento do digital, as possibilidades de registar o mundo que me rodeia ficou muito mais acessível ao meu olhar. No entanto, por muito que o digital nos invada, continuo apenas a sentir a fotografia na sua totalidade quando a contemplo no papel. Esta galeria é apenas um ponto de passagem para as minhas fotografia.
As fotografias:





Para dar visibilidade aos fotografos portugueses.
João Coutinho, por João Coutinho:
Gosto de fotografia desde que me lembro. Sempre que olhava para o meu pai com a sua Nikon FM2, tinha vontade de pegar nela (pesada) para poder apenas olhar pelo óculo. A pouco e pouco fui recebendo autorização para tirar algumas e a partir dai, nunca mais parei. Com o aparecimento do digital, as possibilidades de registar o mundo que me rodeia ficou muito mais acessível ao meu olhar. No entanto, por muito que o digital nos invada, continuo apenas a sentir a fotografia na sua totalidade quando a contemplo no papel. Esta galeria é apenas um ponto de passagem para as minhas fotografia.
As fotografias:
17 de janeiro de 2005
UNICEF Photo of the Year 2004
1st Prize for Marcus Bleasdale
Darfur in Flames, June 2004
Exhausted, desperate: A child waits with her mother in Disa, in the Northern Sudanese province of Darfour.
Displaced by recent conflicts her village has been burned down. It is estimated that there are 800.000 displaced people in Darfour who are trapped on the East, West and South by government troops and in the North by the desert wasteland, which will certainly claim the lives of weaker family members and of their livestock. UN consider the situation in Da r fur the worst humanitarian crisis in the world today. The Khartoum Government is responsible for systematic killings in the region. More than 200 ,000 people escaped across the bo r der to Chad.
The British photographer Marcus Bleasdale travelled to the Darfour-area in June 2004.
Photo: Marcus Bleasdale, UK IPG (Independent Photographers Group)
UNICEF Photo of the Year 2004
Darfur in Flames, June 2004
Exhausted, desperate: A child waits with her mother in Disa, in the Northern Sudanese province of Darfour.
Displaced by recent conflicts her village has been burned down. It is estimated that there are 800.000 displaced people in Darfour who are trapped on the East, West and South by government troops and in the North by the desert wasteland, which will certainly claim the lives of weaker family members and of their livestock. UN consider the situation in Da r fur the worst humanitarian crisis in the world today. The Khartoum Government is responsible for systematic killings in the region. More than 200 ,000 people escaped across the bo r der to Chad.
The British photographer Marcus Bleasdale travelled to the Darfour-area in June 2004.
Photo: Marcus Bleasdale, UK IPG (Independent Photographers Group)
UNICEF Photo of the Year 2004
The year in pictures
2004 The Year in Pictures do NY Times
The year in Pictuer do MSNBC
nota: o site da MSNBC é em flash e relativamente pesado +- 6MB
The year in Pictuer do MSNBC
nota: o site da MSNBC é em flash e relativamente pesado +- 6MB
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